Reflexões sobre a produção do site de autoaprendizagem

Problematização do site pedagógico:

Educação e reciclagem do lixo: ciber/orientações para os alunos do ensino médio da Zona Leste 5 de São Paulo

Problema central:

Como promover uma educação sustentável, com os alunos do ensino médio da zona leste 4 de São Paulo, a partir da reciclagem do lixo?

A relevância do tema problematizado parte da questão do lixo descartado no chão da escola visado a orientar o educador a elaborar uma proposta metodológica para esse problema.

Promover uma educação sustentável está na base da construção da própria cidadania, propondo uma reflexão ligada a melhoria de vida de toda a população a partir da separação dos próprios resíduos e desperdícios de alimentos. E principalmente, propor ao alunado a diminuir a quantidade de lixo produzido, diminuindo seu impacto na natureza.

No processo de construção do site pedagógico pudemos visualizar novas ferramentas de trabalho em sala de aula, tais como a internet e suas ferramentas digitais de busca e de possibilidades de aprendizagem concernentes ao assunto específico de cada trabalho. Tais ferramentas podem auxiliar muito na elaboração de planos de orientação e de ação pedagógica.

Nesse sentido, a contribuição do site educa e recicla está em evocar possibilidades encontradas na internet para refinar determinado assunto, e essa possibilidade é valiosa e imensa. Como por exemplo: se eu quero ensinar a montar uma composteira reaproveitando restos de alimentos, eu posso abrir o link por meio do meu site e conectar à tela de apresentação, e daí mostrar aos meus alunos de forma pronta e planejada uma forma de videoaula.

De acordo com Freire (1996), educar exige uma submissão ao objeto de conhecimento, e para tanto, o docente continua sendo sujeito junto ao corpo discente, do processo de transformação e de reconstrução do saber. Nesse sentido, não existe o papel do docente sem a existência do discente, ou seja, o conhecimento se torna um comprometimento do professor enquanto aluno e enquanto educador que assuma a transformação do conhecimento que foi trabalhado, e juntos irem em busca de uma construção ativa e crítica de mundo melhor.

O aspecto sociocultural da cibereducação se faz muito importante para tornar a expressão do aprendizado em rede mais humanizado e de acordo com a realidade em qual se está inserido no mundo. De acordo com Cunha (2018), esse processo de humanização pode promover mudanças sociais. Mudanças que estão cada vez mais presente nas redes de informações do ciberespaço, e no caso do site educativo, formar pessoas com consciência crítica, horizontalizada e com a noção de cidadania para exercer a liberdade de ação.

Acreditamos na educação e na tecnologia da informação como uma possibilidade de excluir as diferenças educacionais podendo possibilitar a formação do ser humano mais humano. Precisamos pensar em uma educação crítica, formando cidadãos capazes de ler, interpretar e decodificar o mundo de maneira mais autônoma.

Referências Bibliográficas

FREIRE, Paulo. Ensinar exige rigorosidade metódica; Ensinar exige pesquisa. In.: FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 12 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996, p. 28-31.

GIROUX,Henry. Os professores como intelectuais. Rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

CUNHA, Fernanda Pereira da Cunha. Paisagens pedagógicas Digitais: resistência, resiliência, (re)existência. 2018. 5 p. (Professora Associada EMAC/UFG)- Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2018.

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