FUNDAMENTOS DA ARTE / EDUCAÇÃO DIGITAL, A QUESTÃO AMBIENTAL E A RECICLAGEM 

CIBERCULTURA ANTROPOFÁGICA E ARTE POLÍTICA 

FUNDAMENTOS DA ARTE EDUCAÇÃO DIGITAL  

CIBERCULTURA ANTROPOFÁGICA E ARTE POLÍTICA 

METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR I - iNCLUSÃO DA CULTURA DIGITAL JUVENIL NA e-ARTE/EDUCAÇÃO

CIBERCULTURA ANTROPOFÁGICA E ARTE POLÍTICA 3 

SEMINÁRIO INTERMIDIÁTICO: MÚSICA, ARTES CÊNICAS, ARTES VISUAIS E OUTRAS LINGUAGENS ARTÍSTICAS  

ARTE EXPANDIDA: INTERTERRITORIALIZAÇÃO DAS LINGUAGENS NA CULTURA DIGITAL

Arte/educação versus e-Arte/Educação no contexto da cultura digital e não digital: Abordagem Triangular versus Sistema Triangular Digital

Cibercultura antropofágica e arte política 2

Núcleo temático 1:

Fundamentos da Arte/Educação Digital

Disciplina 1 -

 A arte-educação e a consciência de cidadania e a consciência ambiental.

Atividade 1.1

Por meio das artes podemos identificar as diferentes manifestações simbólicas dos indivíduos dentro da sociedade. São as representações do seu modo de comportar e se organizar em seu cotidiano. Seus sistemas de valores, crenças e tradições. Desse modo, a arte pode capacitar o indivíduo a cuidar do meio ambiente por meio da conscientização da coleta seletiva de seus resíduos e rejeitos no cotidiano.

Em um primeiro momento precisamos identificar o que é resíduo e rejeito do reciclável ou não reciclável, o tóxico do atóxico, o biodegradável do não degradável, radiotivo do não radiotivo, lixo cortante e perfurante entre outros. Como podemos descartá-los ou mesmo reutilizá-los para que não sejamos engolidos por ele? acesse o vídeo abaixo para maiores informações.

Atividade 1.2

Depoimento analítico 1:

Atividade 2:

A noção de antropofagia cultural

Retomando a noção de antropofagia cultural que nos faz repensar aspectos da nossa cultura espelhada em ações do consumismo, como promover o resgate do nosso ecossistema? Como promover uma consciência de separar o nosso próprio lixo e buscar formas de descarte seletivo de forma eficaz?

O modo do descarte do lixo atinge diretamente o meio ambiente ecológio.

A arte ambiental se insere na arte contemporânea entre a necessidade de se estabelecer diálogos e conexões entre o consumismo e a sustentabilide.

A arte é política no sentido de ser engajada, ativista como função para expor a demanda urgente de mudanças de comportamento no descarte do lixo que a nossa sociedade tanto necessita.

Depoimento analítico 2


Arte/educação versus e-Arte/Educação no contexto da cultura digital e não digital:


 Mercado Cultural Internacional versus e-Arte/Educação Digital Crítica.

Eixo 2

O Mercado Cultural Internacional versus e-Arte/Educação Digital Crítica.

Os impactos do lixo na natureza. A reciclagem como solução.

Sintética análise sobre a expressão em Arte digital 

O Sistema Triangular Digital definido por Fernanda Cunha (2014, EMAC / UFG) é uma derivação da Abordagem Triangular defendida por Ana Mae Barbosa (1994, ECA / USP) a partir de três eixos principais: a arte como expressão da cultura, o desenvolvimento da consciência crítica e a consumação estética. Este último, é um processo histórico educativo que buscou nas Escolas ao ar Livre Mexicanas a redescoberta de sua cultura como forma de construir a própria identidade cultural. Buscou em Paulo Freire o desenvolvimento da consciência crítica, e em John Dewei, a experiência vivida na prática como o auge da construção da harmonia estética artística. Nesse sentido, a Abordagem Triangular de Ana Mae fica firmada em três ações mentais inseparáveis do aspecto cognitivo: o fazer enquanto capacidade em promover uma ação, o ler/ interpretar e o contextualizar. Estas ações acontecem simultaneamente dentro do processo reflexivo da mente humana e termina numa expressão artística. 

De acordo com Fernanda Cunha, fica estabelecido como domínio do Sistema Triangular Digital o e-fazer enquanto uma experiência de executar uma ação digital, o e-ler como um processo de entendimento enquanto vivencia uma obra de arte digital, por exemplo, como disse a professora Fernanda, um clipe musical, que apresenta imagem e som, uma poiésis onde o espectador / interventor é também e-contextualizador e consumidor do espaço digital. Ambos, o espectador e o vídeo, são também formadores de reflexões empíricas e interdisciplinar, de territórios diferentes, expostos no momento em que a poiésis se apresenta. 

A poiésis, "Os impactos do lixo na natureza. A reciclagem como solução", é uma intervenção jornalística digital que se apresenta como sujeito formador crítico de opinião, buscando por meio da imagem e do som em movimentos, estabelecer relações com acontecimentos dentro e fora do nosso território espacial e mental, como é o caso provocado pela poluição ambiental de mares, rios e mananciais de águas doces pelo lixo deixado pelo homem. 

Por meio da expressão e interconexão da cultura digital posso exteriorizar sentimentos por meio da poiésis como metalinguagem no ciberespaço, como forma de provocar a reflexão e pensar sobre a importância da reciclagem, utilizando obras digitais como material de diálogo na atualidade. É uma possibilidade de poder ir além da leitura por meio da decodificação da imagem construída, podendo interferir nos meus atos e hábitos cotidianos em relação a tomada de consciência crítica quanto ao ato da separação para reciclagem do lixo produzido por cada um de nós.     


Eixo 3

Plano de aula:

Eixo 4

O papel das tecnologias digitais, seus imputs e outputs no ensino atual da arte digital.

Vídeo de autoaprendizagem de software / aplicativo /plataforma sobre reciclagem e aproveitamento, venda, transformação e customização de objetos velhos em novos.


EIXO 5

Aspectos da utilização das tecnologias no ensino da arte educação.


1. Teste de conteúdo com internautas publicado em página do facebook e whatsApp:


2. Avaliação de alunos e internautas:

3. Tabela de autoavaliação:

Disciplina 3

METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR I

INCLUSÃO DA CULTURA DIGITAL JUVENIL NA E-ARTE/EDUCAÇÃO

Inter-relações entre a cultura digital, e-arte/educação e juventude;

Ensino, aprendizagem e inclusão na perspectiva de práticas crítico-reflexivas em arte intermidiática digital.

Eixo 1 - Atividade

Quais são as concepções, comportamentos e hábitos da juventude frente à tecnologia? De que forma os jovens se apropriam da cultura (im)posta pela mídia? Como as práticas em contextos educativos podem relacionar com a cultura digital juvenil, de modo a considerá-las como potencializadoras de aprendizagem em arte?

Fazer um texto de 500 a 700 caracteres:

O distanciamento entre a geração de 1970, 1980, 1990 com a nova geração de 2000 e 2010 está relacionado ao hábito incorporado pela nova geração em manusear e ouvir músicas e videoclipes pelo celular.

De acordo com Protásio (2014, cf pg. 4), o choque entre gerações pode ser evidenciado no modo que a juventude busca esboçar sua própria identidade e o reconhecimento da sua personalidade.

É na juventude que os seres humanos aguçam a necessidade de pertencimento e aceitação em determinado meio cultural. Pode ser expresso por meio das vestimentas, como se comporta e como ele se faz importante. Tal comportamento se torna explícito no modo como se apropriam da música que ouvem a todo volume, citados na pesquisa de campo desta autora.

Conforme Protásio, a música é também linguagem cênica e visual exposta em vídeo clipe muito presente na internet. A questão levantada aqui é o excesso de informação e de estímulo que termina sobrecarregando nossa capacidade de compreensão da realidade. Segundo a autora, temos uma preocupação com o espetáculo e perdemos a real importância modesta das coisas, o que ocasiona a falta de voz e a espontaneidade para expressar a própria identidade cultural.

Para Fernanda Cunha (2012), a sociedade em rede está constituída em signos e significantes digitais por onde as pessoas traçam suas rotas e são testadas a todo momento por meio de atritos simbólicos.

Conforme Cunha (2012), a vida no universo digital entre a juventude, necessita de ações e-arte/educativas que possam preparar criticamente o usuário para escolher a melhor opção, com autonomia crítica e que se relacione com a sua identidade política e cultural. Se faz necessário preparar ações e-arte/educativas que possam proporcionar o desenvolvimento crítico dos alunos, para que sejam capazes de ler e interpretar seu próprio mundo.

A abordagem do universo digital como meio de processamento em escala reduzida (nanotecnologia), derivado do conceito de "modernidade líquida," pode ser definido como formas modernas de transporte e comunicação que submete e agrega espaço e tempo dentro das variadas tecnologias modernas. Esta tecnologia pode estar em toda parte e ao mesmo tempo onipresente, podendo ser instrumento de expressão ou de domínio ideológico.

Nesse contexto, Cunha (2012), chama a atenção para a falta de autonomia que torna a pessoa vulnerável ao domínio da ideologia dominante da elite cultural. O que leva, muitas vezes, o jovem a gostar do vídeo clipe de uma música estrangeira por causa da sua performance e movimento sem ter nenhuma noção do significado crítico de seu conteúdo.

O vídeo clipe atua como uma metalinguagem interterritorial, que vai além da cultura local e faz interconexão territorial, pelo espaço expandido da arte, da linguagem cênica, audiovisual e verbal ressignificando comportamentos e padrões de estética e de cultura.

Nesse sentido, o vídeo clipe passa a ser visto como uma manifestação da tecnocultura, uma metalinguagem, ou seja, uma linguagem utilizada para descrever outra linguagem dentro de um discurso textual, oral e audiovisual. De acordo com Cunha (2012), por meio de ações e-arte/educativa poderemos desenvolver uma proposta estética crítica libertadora.

Para Eisner (2008), a importância da educação está em poder capacitar indivíduos como artistas para criar um trabalho com habilidade e imaginação e que este processo seja independente de seu espaço de trabalho.

O indivíduo artista precisa ver, experimentar e fazer juízos de como adequar suas aprendizagens; ele precisa aprender a elaborar questões; a ter o pensamento flexível; a reconhecer a relação entre forma e conteúdo e perceber que nem tudo que se pode conhecer se transformará numa tese; pois, precisamos fazer um recorte para definir e construir o nosso objeto de estudo e de trabalho.

A educação precisa dar mais valor ao imaginário do que aos fatos sem buscar interpretá-los. A imaginação e a arte juntas podem nos libertar de costumes enraizados e a transcender por meio da poesia para uma mudança crítica e libertadora da nossa realidade de violência, de preconceito econômico, social, político, étnico e de gênero.

Bibliografia:

CUNHA, Fernanda Pereira da. "Performances culturais intermidiáticas: você tem fome do quê? Consumo de sinais". UFG: CIAR, 2012

EISNER, Elliot E. O que pode a educação aprender das artes sobre a prática da educação?" Currículo sem fronteiras, v. 8, n.2, pg. 5-17, 2008.

PROTÁSIO, Niceia. "Depoimentos provocativo". UFG: CIAR, 2014.

Eixo 2

Os diferentes usos das tecnologias no contexto da juventude: possibilidades e propostas metodológicas. 

Eixo 3

Intervenções e-Arte/educativas na escola e a busca por uma forma criativa de ensinar.

DISCIPLINA 4

Seminário Intermediático: música, artes cênicas, artes visuais e outras linguagens artísticas.

Atividade 2: 

Atividade 3: 

Disciplina 5

Eixo 3: Relátorio das leituras do aporte teórico solicitado:  

  • Definição dos conceitos de cultura e de educação, presentes em "Educação com práticas da liberdade", (FREIRE, 1999).

Eixo 4:

Performances culturais: fundamentos e conceitos.

Esta atividade consiste na elaboração de um Texto argumentativo (Máximo 500 palavras), refletindo sobre a contribuição da investigação-ação educacional, como concepção de investigação ativa, que apresenta contribuições para organização das práticas educativas, como programa de pesquisa e produção do conhecimento, no âmbito do ensino de artes, a partir da bibliografia solicitada.

CORTE REAL, M.P; LEITE, J.; PEREIRA, A. de. Investigação-ação das performances culturais: o método expositivo como problematização da formação de educadores

GRABAUSKA, C. J. Investigação-ação educacional: possibilidades críticas e emancipatória na prática educativa.In:Revista eletrónica HEURESIS Investigación Curricular e Educativa. Cadiz: v.1, n.2, 1998. Disponível em https://www2.uca.es/HEURESIS/acuerdo. Retirado da rede em: 2000.

O presente relatório consiste em uma análise de leitura dos textos de Grabauska !998) e de corte Real ( S/D). O primeiro autor parte da proposta de investigação-ação em Paulo Freire (1993), "o pensar sempre na pratica", onde, de acordo com esses útimos, inicia-se uma percepção político emancipatória da educação. Grabauska (1998) diz que a importância do método proposto por Freire, está na possibilidade que o educador-educando tem de planejar e poder praticar a investigação-ação como uma concepção para auxiliar os indivíduos a ler e a interpretar sua própria realidade. Assim, poder observar a própria realidade a partir de suas concepções e valores, rompendo com a leitura da elite dominante e com o seu domínio opressor sobre a maioria dos seres humanos. De acordo com esse autor, os indivíduos formam grupos de "pequenas coletividades" (cf. 1998, pag. 7), e a partir daí, formando a coletividade como um todo. Nesse sentido, cabe aos professores interagir com o que está explícito no currículo formal, buscando o que está implícito para desvelar a ideologia dominante e consequentemente poder contribuir na construção de uma nova sociedade.

Em Corte Real (Sem Data), vemos a investigação-ação como uma possibilidade de desvendar pensamentos, idéias e interesses de diferentes grupos a partir de suas manifestações culturais expressas em ações ou atos políticos, e / ou artísticos e nos "diferentes fazeres" da vida social.

De acordo com Corte Real, é por meio da mística do MST, das rodas de capoeira e dos círculos dos contadores de histórias, denominados por Freire de círculos de cultura, que podemos perceber as diferentes formas de reflexão no universo das atuações culturais. Esses círculos de cultura atuam para que o estabelecimento do diálogo político e da produção de conhecimento se realize. Esses eventos ocorrem enquanto forma de repensar "que fazeres" interdisciplinares, desde os mais diversos campos do conhecimento como o das artes, das práticas culturais, dos movimentos sociais que podem orientar a própria epistemologia do conhecimento até a formação de educadores sociais.

Disciplina 6

Performances antropológicas em diálogo com as artes intermidiáticas e seu ensino.

Como elaborar uma performance arte/educativa intermidiática:

Disciplina 7

Modulo 1 :

Ação 1: Leitura analítica

Paisagens pedagógicas digitais: resistência, resiliência, (re) existência.

Dra. Fernanda Pereira da Cunha e Henrique Araújo.

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